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Abrimos esse site trazendo fotos do Parque Gruta Santa Luzia
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Parque da Gruta Santa Luzia
O Parque está localizado à rua Luzia sa Silva Itabaiana, 101, na altura da avenida Barão de Mauá, 5.600, entre o Jardim Itapeva e Jardim Adelina. Fone: 4578-5711.
Moínho Histórico da Gruta Santa Luzia Foto tirada em fevereiro de 2025
Moínho histórico Foto 2
Moínho Histórico - Foto 3
Area pra criança brincar
Escada de acesso á Gruta
Area de lazer Gruta Santa Luzia
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Super foto Parque da Gruta Santa Luzia/Mauá - Produzida por Junior Milk Comunicador
Popularmente conhecido como Parque da Gruta, o Parque Municipal da Gruta de Santa Luzia é composto por uma grande área remanescente de mata nativa e áreas de reflorestamento com eucaliptos. Ele faz divisa com a área de proteção aos mananciais, sendo um refúgio para pequenos mamíferos, como esquilos e saguis, além de diversas espécies de aves e répteis como lagartos, tartarugas e pequenas cobras. Nele encontram-se nascentes do Rio Tamanduateí, integrante da bacia hidrográfica do alto Tietê, que atravessa, além de Mauá, os municípios de Santo André, São Caetano do Sul e São Paulo, até desaguar no Rio Tietê.
Com 450.899,68 m², a área provavelmente fez parte de uma fazenda pertencente aos beneditinos, entre os séculos XVI e XVIII, durante o período de ocupação da região. Mais tarde, parte dessa área passou para as mãos de particulares, recebendo o nome de Sítio Itapeva ou Sítio da Pedra Grande. As pedreiras de granito passaram a ser a principal atividade econômica desenvolvida na área.
Numa destas pedreiras havia a gruta, caverna natural que abriga uma das nascentes do rio Tamanduateí. Os escarpelinos ou canteiros, trabalhadores que cortavam os blocos de granito, quando feriam os olhos com lascas de pedras lavavam-nos na água da nascente invocando a proteção de Santa Luzia, protetora dos olhos no catolicismo. Uma imagem de Santa Luzia foi levada em procissão pelos bairros de Mauá e colocada na gruta, onde permaneceu por vários anos. O proprietário da área, ao proteger o entorno da Gruta de Santa Luzia, protegeu também um importante remanescente de Mata Atlântica. No início de 1974, a Prefeitura de Mauá criou o “Parque da Gruta”. Em 1992, o Parque Municipal foi contemplado com recursos do orçamento do IBAMA – Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, da Secretaria Especial do Meio Ambiente, e o Parque recebeu novo nome “Parque Ecológico de Mauá”, oficializada pela Lei Municipal nº 2.425/1992. Promulgada em 1990, a Lei Orgânica do município determina que a “área verde do Parque Municipal de Gruta” deve “ser considerada intocável, para manutenção do ecossistema local” (artigo 173). A Lei nº 3.272/2000, que disciplina o uso, ocupação e urbanização do solo, estabelece que o “Parque Municipal da Gruta de Santa Luzia será regulamentado conforme o Decreto Federal nº 84.017/1979, que dispõe sobre Parques Nacionais”. A Lei nº 4.968/2014 determina ainda a elaboração do Plano de Manejo do parque e a submissão de qualquer tipo de alteração das características atuais à legislação municipal, estadual e federal, em especial as que tratam das Áreas de Preservação Permanente e do Bioma Mata Atlântica.
Em 2009 foram identificadas na área do Parque, sete espécies da flora que constam nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção. Os principais objetivos do parque são a proteção e a preservação dos ecossistemas naturais e da biodiversidade, podendo ser utilizado para fins científicos, culturais, educativos e recreativos, desde que compatíveis com tais objetivos. O Parque da Gruta recebe durante a semana principalmente o público acima de 30 anos, principalmente para atividades físicas, aos finais de semana muitas famílias. Além de estudantes de escolas públicas e privadas, de diferentes níveis de ensino, que nas visitas agendadas participam das trilhas monitoradas.
As águas da nascente são impróprias para consumo humano. A conclusão é de estudo realizado pelo Centro Universitário Fundação Santo André, que começou no segundo semestre de 2007 e terminou no ano seguinte. Em trecho distante cerca de 300 metros da gruta, os pesquisadores localizaram na água a presença de micro-organismos que são encontrados em fezes humanas. Por conta da contaminação por esgoto doméstico, apesar de imprópria ao consumo humano, pode ser utilizada sem prejuízo em outros processos.
Para realizar o estudo, foram coletadas amostras de água do Tamanduateí em seis pontos, ao longo de 12 quilômetros do rio, entre Mauá e Santo André.[1]
O mapeamento espeleológico da Gruta de Santa Luzia foi efetuado pelo Grupo Pierre Martin de Espeleologia.
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Feital/Mauá - História do Bairro
BAIRRO FEITAL - 68 ANOS DE HISTÓRIA - Vale a pena ler e relembrar! - "Feital" significa "Terras desgastadas e cansada", isso registrado em dicionários antigos. Em 1.888, ano da abolição dos escravos no Brasil, Pedro Branco da Silva adquiriu uma gleba com área aproximada de 64 alqueires, ou seja, 1.548.800 metros quadrados no sitio Feital, onde passou a residir. Neste local nasceram seus outros sete filhos: Arthur, Amaro, Benedita, Brasília, Alta, Floripes e Geraldo. A filha de Pedro Branco da Silva, Benedita Branco da Veiga (1890-1962), iniciou a venda dos terrenos da antiga fazenda.
O processo do bairro Feital é de 1º de Agosto de 1962 (Mauá já era emancipada com quatro anos de independência). O número do processo 378/ 58, Alvará 1.052. Amaro Branco da Silva, filho de Pedro Branco da Silva foi quem começou o que é hoje o Feital. Amaro faleceu em 30 de Junho de 1937 e teve o seu sepultamento no Cemitério da Vila Vitória. "Detalhe": este foi o primeiro sepultamento neste cemitério que foi inaugurado em 1934, o primeiro cemitério de Mauá. Quando havia morte na cidade, as opções eram Santo André ou Ribeirão Pires. A principal rua de acesso do Feital se chama Benedita Franco da Veiga, nome errado devido a um erro de digitação, o que era para ser Benedita Branco da Veiga virou Franco da Veiga e ficou por isso mesmo. O bairro Feital está localizado aproximadamente seis quilômetros da estação de Mauá. O loteado e venda começaram no final da década de 50 durante a gestão Ennio Brancalion (1955-1959) "primeiro prefeito eleito em Mauá". Toda a área pertencia ao Círculo Operário do Ipiranga, entidade ligada à Igreja católica e liderada pelo padre Pedro Balint. Zé Anjo, Sr Osvaldo Teixeira, Senhor Domingos, Zé do Mato, Seu Oscar, Zé Brotinho, Zé Pereira, Osvaldo Borba, Sr Jovenal, Gardel, Sr Arthur e mais meia dúzia de pessoas foram os primeiros habitantes do Bairro. Na época do loteamento “tudo era eucalipto”, as ruas eram de terra, não havia luz elétrica e a água só era encontrada nos poços artesianos (Muito comum neste período em Mauá), moradores furavam poços ou recorriam á nascentes. Em muitos pontos de Mauá existiam pequenos rios, nesses rios tinha até pesca. Peixes e camarões eram iguarias da água desses pequenos rios. Além disso, como não havia meios de comunicação adequados, as cartas, telegramas e avisos de mortes eram entregues pelo jipe da policia. "Os ônibus eram horríveis, ooo coisas feias. No Feital o ônibus só vinha até a curva do chaveiro, ali antes das quadras, quando chovia ficava intransitável. Umas das economias nos anos 50 não só no Feital como também em Mauá, eram as Olarias "Fábricas de pequenos tijolos de barro" muito comuns neste período. Abaixo você conhecera os principais donos de Olarias que que atuaram no bairro, nas quais muitos moradores trabalharam. Entre as mais antigas estão a Waddhy Auada, cujos tijolos foram utilizados na construção do Cemitério de Camilópolis, no município vizinho Santo André. Também são de uma relevância social e histórica as Olarias: Oliveira, Bom Filho e Antônio Soares, cujas produções foram enviadas integralmente na edificação de Brasília, capital Federal. O que conhecemos hoje como Unidade básica de Saúde (UBS) e a Escola D. Jorge Marcos de Oliveira eram grandes Olarias. Muitos que trabalharam nesta atividade, adquiriram doenças como: Reumatismo, bronquite e outros males, devido aos árduos trabalhos exercidos, até porque era uma das poucas opções de trabalho em Mauá neste período. A primeira Escola do Feital se chamava "Escola Estadual do Bairro Feital, até 1974, em 1975 os alunos foram transferidos para o outro lado da rua e continuaram seus estudos na "Escola Estadual de Primeiro Grau do Bairro Feital" escola que hoje se chama "Escola Estadual Dom Jorge Marcos de Oliveira", a mudança se fez necessária pois os alunos deixaram de estudar até a quarta série e ganharam a quinta e sexta série em seu curriculum escolar, o segundo grau da epoca. A antiga escola passou a dar aulas de "Mobral" (Alfabetização para adultos que não tiveram tempo de estudar) . Pouco tempo depois a escolinha passou a se chamar "E.M. Bairro Feital", e começou a dar aula para o prézinho, "aula para crianças que começaram a estudar antes dos 7 anos de idade". Alguns tempos depois trocaram o nome novamente, dessa vez para "Clotilde Alvares Doratioto", nome em homenagem á sogra do ex prefeito "Leonel Damo", o tempo passou e só restou pequenos registros e saudade, pois em seu lugar foi montada uma Unidade do C.R.A.S a pouco tempo atrás. Além das Olarias, havia em funcionamento, no inicio da década de 1960, pelo menos duas importantes indústrias de porcelana: Mizuno e Kojima. Que por sinal, dois importantes da Colônia Japonesa em Mauá. Os Japoneses chegaram a Mauá na década de 1930, para atividades de agricultura hortaliças. Os Mizuno estabeleceram no jardim Lisboa no ano de 1956. Já o “concorrente” Kojima chega em 1960 para desenvolver as mesmas atividades. Outro grupo muito importante no bairro foi Colégio Brasileiro de Poetas, responsável, durante as décadas de 1970 e 1980, pela sua colaboração literária na cidade. Um dos fatores deste grupo era a busca de liberdade de expressão em pleno regime militar. Uma forma de contestação e de resistência militar. As poesias ainda existiram e resistem através de nome como: Aristides Teodoro, Moises Dalva e Iracema Reis. Mauá teve Jota Santos comandando shows históricos no "Conchas Acústicas" local de encontro de Jovens nos anos 70 e 80, teve sua Rádio AM em 1990 e avanços e avanços até chegar em 2025 num tempo em que com 10 toques consegui recontar quase 70 anos de história em poucos minutos. Informações Atualizada em 14/02/2025 - Por: Por: Junior Milk Comunicador
2 Fotos Históricas
Eu tinha acabado de levar meu filho pra escola (A vermelha e amarela), em 14/07/2017 quando decidi tirar essa foto para publicar uma homenagem ao bairro.
Mais uma foto com visão geral do bairro Feital
A ambição dos poderosos destruindo
Em 2017 a ambição dos homens poderosos da cidade de Mauá destruiu o maior pulmão da região. Do nada ambicionaram que a ex chacara dos Alemães daria um ótimo ponto comercial para eles enriquecerem ainda mais. Não deu certo e os moradores arcam com as responsabilidade de suas irresponsabilidades.
Essa foto eu tirei no mesmo dia em que levei meu filho pra escola, a tirei para ser uma das fotos da homenagem ao bairro Feital. Essa foi a escolhida na época.
Foto Predinhos Severino MSTU
Imagem aproximada mostrando a destruição.
Do alto do Zaíra 5 fiz essa linda imagem em uma visão geral da cidade de Mauá
Rua Espirito Santo/Jardim Cruzeiro - Porcelana Mizuno
Rua Kojima - Ao fundo a Porcelana Kojima - A rua tem 100 metros e termina no portão da fábrica. UMA CURIOSIDADE: Na casa á direita da Rua Kojima, mora Hagime Mizuno, um dos donos da Porcelana Mizuno.
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Zaíra 3 e demais Zairas e Adjacentes
Porcelana Kojima 01/2025
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